13 de ago de 2009

Contra-mão

Tenho medo do conselho
Da mao que indica
Da palavra que agita
Da permissão da palavra sim

Estranho o objeto censurado
O cavalo empacado
E toda cor que não foi pintada
Indico ao meu tempo
O vento
Só ele sabe o que é melhor fazer

O inverno aquece a minha alma
Embora meu corpo esteja frio
O quente que sinto
Não é de mim

Do correr do seu sangue
Da razão da sua confusão
Da sua indecisão decidida
De todo e qualquer medo em vão

Tenho medo
Da permissão da palavra sim

3 comentários:

Juliana disse...

Tenho medo das mudanças, do novo e do que me é permitido...mas sempre arrisco.
Bjos Ke.

João Eduardo Q. C. disse...

"Quando a esmola é muita o pobre desconfia" caberia como meu entendimento desta blogada?

Super beijo!

CarolBorne disse...

Ai, as indecisões decididas... valha-me Deus!

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