As pessoas entendem, normalmente elas entendem!
E normalmente elas entendem tudo.
E sempre estão ótimas!
Jamais demonstram um problema se quer.
Você pergunta: tudo bom? A resposta é certeira: tudo ótimo!!!!!!
Entendem porque você não está legal ou porque você está legal demais!
Elas entendem porque você está carente ou se está precisando de uma boa noite de sexo
Elas sempre entendem!
Querem até te dizer algumas palavras de incentivo
Algo que possa ser exatamente aquilo que você quer ouvir, mas não mais do que isto!
Há um hiato entre eles e nós
Entre o que os outros dizem que fazem
E o que realmente fazem
E no fim ainda ouvimos: te adoro! Você é tão bacana!!
Precisamos nos ver mais!
E nunca acontece.
Não acontece porque o mundo agora é praticamente virtual, manda torpedo, MSN, e-mail, mas não tem o contato.
Não acontece porque na verdade todo mundo quer ficar no superficial
No de cima, se envolver para que?
Por que vou perder meu tempo com outra pessoa?
Para que perder algo que nem tenho para dar?
Melhor ficar aqui no meu mundinho...ganho mais
E assim as relações caminham...superficiais, sexuais e nada pessoais...
Eu até poderia falar mais sobre isto, mas agora vou voltar para meu mundinho, até, e olha precisamos nos ver mais!!!!
3 de jun. de 2010
25 de mai. de 2010
A você
Eu te admiro sabia?
Sempre centrado
Sempre calmo
Mesmo que disfarçando
Mesmo que fingindo
Admiro sua atitude pé no chão
Aquele que fala de forma clara
De forma doce
Quando já não dá mais
Diz apenas: “é melhor seguirmos nossos caminhos”
Seguimos
Passamos
Fomos
E agora somos
Outras pessoas
Vivemos outros mundos
Sonhamos outros sonhos
Mas desejo
Desejo teu bem
Sempre
Mesmo distante
Mesmo vago
Mesmo inexistente!
Sempre centrado
Sempre calmo
Mesmo que disfarçando
Mesmo que fingindo
Admiro sua atitude pé no chão
Aquele que fala de forma clara
De forma doce
Quando já não dá mais
Diz apenas: “é melhor seguirmos nossos caminhos”
Seguimos
Passamos
Fomos
E agora somos
Outras pessoas
Vivemos outros mundos
Sonhamos outros sonhos
Mas desejo
Desejo teu bem
Sempre
Mesmo distante
Mesmo vago
Mesmo inexistente!
18 de mai. de 2010
Presa de si
Seus pensamentos estão soltos
Mas seus cabelos presos
Como peças de um quebra-cabeça que nunca se encaixam
Ela mistura gosto e pele
Sonhos e pesadelos
Dias e noites
As figuras, agora em terceira dimensão a confundem
Ao mesmo tempo que quer seguir
Recua
Busca refúgio num passado
Passado não tão bom
Passado que talvez só traga comodidade
Só faça repensar em tudo que a faz "redoer"
Respira fundo
Fecha seus olhos
E deixa sua última lágrima cair
Olha sua última lágrima e sorri
E enquanto ela seca, seu coração bate mais forte
E assim, ela solta seus cabelos
Mas seus cabelos presos
Como peças de um quebra-cabeça que nunca se encaixam
Ela mistura gosto e pele
Sonhos e pesadelos
Dias e noites
As figuras, agora em terceira dimensão a confundem
Ao mesmo tempo que quer seguir
Recua
Busca refúgio num passado
Passado não tão bom
Passado que talvez só traga comodidade
Só faça repensar em tudo que a faz "redoer"
Respira fundo
Fecha seus olhos
E deixa sua última lágrima cair
Olha sua última lágrima e sorri
E enquanto ela seca, seu coração bate mais forte
E assim, ela solta seus cabelos
9 de mai. de 2010
Incondicionalmente
Um dia
Depois outro
Um de cada vez
Foi assim que ela me ensinou
Foi assim que ela viveu
De forma calma, porém forte ela esteve por perto
Até quando não dava mais
E foi assim que eu a segui
Por caminhos tortuosos, difíceis, mas jamais de desistir
Hoje o dia é dela
Aliás, todos os dias o dia é dela
Saudades
Do abraço
Do beijo
Das palavas
Mas faço do seu exemplo
O meu passo
Depois outro
Um de cada vez
Foi assim que ela me ensinou
Foi assim que ela viveu
De forma calma, porém forte ela esteve por perto
Até quando não dava mais
E foi assim que eu a segui
Por caminhos tortuosos, difíceis, mas jamais de desistir
Hoje o dia é dela
Aliás, todos os dias o dia é dela
Saudades
Do abraço
Do beijo
Das palavas
Mas faço do seu exemplo
O meu passo
30 de abr. de 2010
Amanhã já não sei
Ela não sabia que nome dar
No início ela achava que o nome era tristeza
Porque doía muito e parecia não ter fim
Passado um tempo virou raiva, do outro
Porque ela não achava que a questão era com ela
Depois raiva dela
Porque chegou a conclusão de que ele não tinha nada a ver com isto
Da raiva dos outros e dela, já começou a sentir dó
Dó porque ele não sabia a bobagem que estava fazendo e porque ele ainda se arrependeria
No final, não chegou a conclusão alguma, mas tem uma boa história para contar...
No início ela achava que o nome era tristeza
Porque doía muito e parecia não ter fim
Passado um tempo virou raiva, do outro
Porque ela não achava que a questão era com ela
Depois raiva dela
Porque chegou a conclusão de que ele não tinha nada a ver com isto
Da raiva dos outros e dela, já começou a sentir dó
Dó porque ele não sabia a bobagem que estava fazendo e porque ele ainda se arrependeria
No final, não chegou a conclusão alguma, mas tem uma boa história para contar...
5 de abr. de 2010
Ei você
Sim você mesmo
Você que disse que me amava
Que disse que me queria
Você que olhou para a Lua e disse que fazia você se lembrar de mim
Que cantou uma canção e disse que era minha
Você que disse que a partir daquele momento que nos vimos, os nossos problemas e incertezas estariam acabados
Que garantiu que tudo aquilo era novo para você e que te assustava mas ao mesmo tempo te encorajava
Que disse que sempre sonhou com alguém como eu
E que disse nao saber mais o que fazer, pois tinha encontrado um grande amor
Que pediu pelo meu calor
Que queria meu carinho, minha atenção e nada de não
Ei grande amor de plástico, você que fez eu acreditar em tudo isto
Que chorou de mentira e fez eu sentir de verdade
Que acordou um belo dia e decidiu mudar realidade
Que disse que tudo aquilo era real demais para você
E que era tão bom, tão bom que até te deixava paralisado
Ei você
Que me pegou de surpresa
Indolor, que curaria tudo e tiraria toda a minha dor
Seria meu anjo e protetor
Você, que já não tem nem nome porque te nomear a alguma coisa é te dar valor demais
Você, me deixe em paz
De mim...
Você que disse que me amava
Que disse que me queria
Você que olhou para a Lua e disse que fazia você se lembrar de mim
Que cantou uma canção e disse que era minha
Você que disse que a partir daquele momento que nos vimos, os nossos problemas e incertezas estariam acabados
Que garantiu que tudo aquilo era novo para você e que te assustava mas ao mesmo tempo te encorajava
Que disse que sempre sonhou com alguém como eu
E que disse nao saber mais o que fazer, pois tinha encontrado um grande amor
Que pediu pelo meu calor
Que queria meu carinho, minha atenção e nada de não
Ei grande amor de plástico, você que fez eu acreditar em tudo isto
Que chorou de mentira e fez eu sentir de verdade
Que acordou um belo dia e decidiu mudar realidade
Que disse que tudo aquilo era real demais para você
E que era tão bom, tão bom que até te deixava paralisado
Ei você
Que me pegou de surpresa
Indolor, que curaria tudo e tiraria toda a minha dor
Seria meu anjo e protetor
Você, que já não tem nem nome porque te nomear a alguma coisa é te dar valor demais
Você, me deixe em paz
De mim...
Que apaguem os holofotes e fechem as cortinas
As frases repetidas, insistentes não mostram o caminho...
Elas vão caindo no normal, no comum, no dia-a-dia.
Saem com a mesma facilidade que temos ao acordar.
Olhando para trás parece que estamos no mesmo tempo, pois são os mesmos hoje, só muda a personagem!
O ator que é cada vez mais convincente, ensaia com tanta destreza, com tanta certeza que já faz parte do papel.
Não há mais dúvidas, ele representa tanto que tudo isto se transformou em sua própria vida.
Já não sabe mais reconhecer o que é dele e o que não é. Se utiliza das mesmas frases, justificativas, desculpas e lágrimas para pessoas diferentes.
Sorri igual, respira igual, fala igual, beija igual e ama igual.
Sua necessidade de ensaiar este papel tira sua lucidez, seu centro, sua tranquilidade, embora não note. Para ele tudo faz parte de um mesmo contexto.
Seus passos que já caminham conforme o ensaio, não andam mais por si, não se encontram!
E sua platéia quando assiste ao espetáculo pela primeira vez: aplaude, admira, respeita e dá todo o suporte para ele seguir, mas quando o assiste pela segunda vez, não tem mais dúvidas, pois percebem que tudo: ator, personagem e texto fazem parte de uma grande farsa.
Elas vão caindo no normal, no comum, no dia-a-dia.
Saem com a mesma facilidade que temos ao acordar.
Olhando para trás parece que estamos no mesmo tempo, pois são os mesmos hoje, só muda a personagem!
O ator que é cada vez mais convincente, ensaia com tanta destreza, com tanta certeza que já faz parte do papel.
Não há mais dúvidas, ele representa tanto que tudo isto se transformou em sua própria vida.
Já não sabe mais reconhecer o que é dele e o que não é. Se utiliza das mesmas frases, justificativas, desculpas e lágrimas para pessoas diferentes.
Sorri igual, respira igual, fala igual, beija igual e ama igual.
Sua necessidade de ensaiar este papel tira sua lucidez, seu centro, sua tranquilidade, embora não note. Para ele tudo faz parte de um mesmo contexto.
Seus passos que já caminham conforme o ensaio, não andam mais por si, não se encontram!
E sua platéia quando assiste ao espetáculo pela primeira vez: aplaude, admira, respeita e dá todo o suporte para ele seguir, mas quando o assiste pela segunda vez, não tem mais dúvidas, pois percebem que tudo: ator, personagem e texto fazem parte de uma grande farsa.
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